Falarem coisas inúteis, na verdade, coisas corriqueiras.
Percebo pessoas que possivelmente sabem do que eu sei, acreditam nas teorias que eu acredito e que de fato são verdade... pra quem quer ver.
Me empolgo e meus olhos correm no objetivo de ver quem são as vozes que estão cantando pela primeira vez, uma música diferente aos meus ouvidos.
Gosto de suas ideias de primeira, acabo aceitando as outras de segunda, de terceira me frustro.
Frustração.
Falsos moralistas, falsos revolucionários. Eles não querem levantar-se para nada. O conforto do reclamar e digitar palavras nessa rede vasta, sem agir diretamente, me irrita. Não sou nenhum exemplo de revolucionária mas eu não sou generalista. Não, de nenhum modo. Odeio generalizações.
Odeio mediocridade. E os dois juntos é demais para mim. Não generalize, não rotule as pessoas como remédios sem nome, não ache que sabe tudo e que aqueles que indagam a verdade que você jura que realmente é a verdade são pessoas loucas ou paranoicas. Se a verdade fosse essa que você vê na TV e se o mundo fosse limpo aos olhos de quem vê, Deus não diria "A verdade vos libertará". E eu, de certa forma, me sinto liberta de muita alienação que é o fundo do quadro da vida de muitas pessoas. Liberta e atenta, para o que vai acontecer.
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